Porto Alegre: um mês depois do temporal

Foto de: Ander vaz

No dia 29 de fevereiro completou-se um mês da destruição em Porto Alegre pelos temporais de janeiro. A população ainda sofre com as marcas do temporal na Capital. A intensidade do fenômeno que atingiu a capital do Rio Grande do Sul servirá para mais uma etapa do aprendizado sobre como enfrentar adversidades climáticas.

Dois itens que já estão na lista de prioridades da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMAM) são como resolver os problemas de comunicação entre órgãos e uma urgente avaliação das árvores para se tornarem mobiliário urbano. As árvores derrubadas pela força dos ventos pelo temporal do final de janeiro vão virar mobiliário urbano, como mesas e bancos de praça. Uma das empresas que participam da remoção da vegetação está oferecendo o material para artistas e arquitetos. (Entrando em contato pelo e-mail: fiuza@grupofiuza.com.br). Desde o temporal, mais de 5.960 toneladas de resíduos foram retiradas das ruas e parques da cidade, principalmente galhos e tocos de árvores. Porto Alegre tem um plano de arborização urbana que deve auxiliar no replantio aoindicar as espécies e necessidades das diferentes regiões. Segundo o supervisor de Praças, Parques e Jardins da Smam, Léo Antônio Bulling, o viveiro municipal tem mudas para fornecer de espécies nativas. “Foram afetados dois parques com cobertura vegetal muito grande, mas a recuperação deve ser breve. Muitas tiveram danos nos galhos e não na estrutura. Logo devem brotar novamente”, afirmou.

Acreditamos que o desastre que assolou Porto Alegre, tenha mostrado para todos os cidadãos os perigos que estamos vivenciando a cada dia que passa e a necessidade urgente de organização e prevenção para uma próxima chuva. O Guaíba também não deixa de ser alvo das mudanças climáticas, com as toneladas de lixo que foram espalhadas pela cidade no temporal.  É importante que todas as camadas da sociedade contribuam, mesmo através de simples atitudes, como a coleta seletiva, pois todas essas pequenas ações geram um resultado sustentável gigantesco. Para isso, também é necessária, a consciência ambiental de cada morador da capital.

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