Como começamos

Como começamos

Nossa luta em defesa das águas do Guaíba iniciou no ano de 2006, quando a Revista Portynho, que circulava nos bairros da Zona Sul de Porto Alegre, lançou a campanha VIVA GUAÍBA.

À época, a Portynho teve conhecimento de que entidades e empresas de mineração estavam sendo convocadas pelo CONSEMA – Conselho Estadual de Meio Ambiente, para uma reunião extraordinária da Câmara Permanente de Mineração da SEMA – Secretaria Estadual do Meio Ambiente, em que se discutiria a proposta de revisão do termo de referência para a extração de areia no Guaíba, por pressão de empresas mineradoras da região.

ONGs, entidades protetoras do meio ambiente e cidadãos gaúchos ficaram estarrecidos com a possibilidade de se reabrir as águas do Guaíba para exploração mineradora e buscaram a Portynho para fortalecer suas vozes e trazer a conhecimento público da sociedade o perigo oriundo da flexibilização de leis ambientais e descaso de autoridades públicas para com o ecossistema da Bacia Hidrográfica do Guaíba, que poderia voltar a sofrer degradações de alto impacto para a saúde da população.

Até o encerramento das atividades da Portynho, em 2009, a revista seguiu produzindo e veiculando conteúdos de interesse público relacionados à importância da preservação do Guaíba. Diante da notícia de que a mineração em nossas águas poderia voltar a ser autorizada em 2015 e, após a grande tragédia anunciada ocorrida em Minas Gerais, provocada por atividades mineradoras e irresponsabilidade na adequada fiscalização destas atividades, voltamos a nos unir em prol do Guaíba, patrimônio ecológico fundamental para a vida no Rio Grande do Sul.

Clique nas capas da revista para saber mais:

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